"Improvável" no Testro Tivoli

Nos dias 11 e 12 de Fevereiro, o Teatro Tivoli irá receber um espetáculo vindo do Brasil, "Improvável".

A peça foi inspirada num programa televisivo - Whose Line is It Anyway?. Este é uma peça de improvisão da Cia, tendo por isso a participação especial dos atores dos "Improváveis", para a peça de Lisboa.

Os temas do jogo são sugeridos pelo público presente na sala e são selecionados pelo mestre de cerimónias. Com este jogo de selecção de temas, o público poderá ajudar a construir todo os espetáculo, em conjunto com o elenco.

A plateia irá escolher locais, temas, personagens, entre outras, e o elenco em conjunto com os convidados especiais irão encenar histórias sem qualquer ensaio prévio, sem qualquer guião, não há qualquer premeditação das cenas.

Elenco:Anderson Bizzocchi, Daniel Nascimento e Elidio Sanna.
Participações especiais: Marta Borges, Mário Bomba, Pedro Borges, Telmo Ramalho e João Pinto Dias.

Joana Solnado, do teatro para a televisão

"Alfacinha de gema", Joana Solnado estreou-se no mundo da representação em cima dos palcos com o projecto Confissões de Adolescente e um ano depois em Olha quem está aí, produções de Thiago Justino.

Os palcos tiveram o prazer de a receber em vários espetáculos, como Atrizes em Pijama e Gritos com elas. Tendo ainda tido uma participação numa peça de William Shakespeare, em Raízes e Noite de Enganos.

A actriz estreou-se em televisão com a telenovela Último Beijo, mas foi com a série televisiva Morangos com Açúcar que a sua popularidade aumentou. Desde então o seu trabalho tem vindo a progredir, chegando além fronteiras, como a personagem 'Almerinda' em Como uma Onda - uma produção da Rede Globo.

Actualmente, a jovem está a interpretar o papel de 'Leonor Coutinho' em Sentimentos, na TVI, onde é também uma atriz de exclusivo.

Contudo, a jovem Joana Solnado não se ficou apenas pelas telenovelas e ingressou no mundo do cinema, tendo feito duas curtas-metragens.

"Azul Longe nas Colinas" no Teatro D. Maria II

Estreia no dia 10 de Fevereiro, no Teatro Nacional D. Maria II, um espetáculo de Dennis Potter - Azul Longe nas Colinas -, e uma encenação de Beatriz Batarda.

A encenadora, Beatriz Batarda, decidiu agarrar o desafio do autor, tendo adaptado o texto comovente e ao mesmo tempo chocante. Esta é uma peça onde os atores irão interpretar personagens infantis e descobrirão a violência do mundo, mas que terão de a compreender com todas as limitações dos adultos.

Elenco:
Albano Jerónimo, Bruno Nogueira, Dinarte Branco, Elsa Oliveira, Leonor Salgueiro, Luísa Cruz, Nuno Nunes.

Sinopse:
Willie, Peter, John, Raymond, Donald, Angela e Audrey são sete amigos, que habitualmente vão brincar para o bosque. Brincam a tudo o que os leva a chegar mais perto do "mundo dos adultos" - guerras, pais e mães, enfermeiros. Tentando imitar tudo o que envolve um mundo desconhecido medindo forças e desafiando o perigo.

Diogo Morgado, de modelo a ator

Com apenas 14 anos, Diogo Morgado inicia a sua carreira no mundo das passarelas. Embora a sua carreira tenha vingado na representação, tanto em telenovelas como em séries. Em 1998 integrou o elenco de Terra Mãe e a sua carreira contínua a crescer, sendo que o seu nome ficou na ribalta após um papel interpretado no telefilme Amo-te Teresa, uma produção da SIC.

Também numa produção da SIC, Diogo Morgado consegue um papel que marca a sua carreira, na telenovela Vingança, com Santiago, personagem com uma história de vida intensa.

Em 2008 pisa território brasileiro para integrar um telenovela brasileira - Revelação -, sendo a sua carta de apresentação para o mundo do cinema.

Depois de vários personagens nacionais, o ator português consegue impressionar o mundo da representação internacional, chegando a Hollywood, em 2010, onde integrar o elenco do filme "Mary, Mother of Chris", em conjunto com Al Pacino e Peter O'Toole.


"As letrinhas da carochinha" no Teatro Villaret

Um dos palcos do Teatro Villaret recebe um espectáculo infantil - "As letrinhas da carochinha". Todos as crianças, do pré-escolar e do 1º ciclo, poderão assistir a esta peça depois das suas escolas fazerem a respectiviva marcação.

Esta é uma encenação educativa, pois durante todo o espectáculo é insentivada a aprendizagem das letras e das técnicas de leitura. Para as crianças destas idades, esta é a etapa "mais importante na vida das crianças que começam a dar os primeiros passos escolares."

Esta é uma peça de teatro tem como principal instrumento abrir a porta para o pedagógico, e com a parte lúdica leva a que as crianças entrem no mundo do conto e da música. Tentando incentivar a criatividade do artistas de palmo e meio.

"As letrinhas da carochinha" é o primeiro impacto com as frases, vogais, palavras mais simples que as crianças poderão ter.

"O luto vai bem com Electra", no TMA

Até ao dia 19 de Dezembro, o palco principal do Teatro Municipal de Almada recebe um espectáculo de Eugene O'Neill, uma peça que regressa a Portugal - "O luto vai bem com electra". Esta é uma peça encenada por Rogério de Carvalho, com tradução de Helena Barbas.

Depois de 67 anos da sua estreia no Teatro Nacional D. Maria II - intitulada de Electra e os Fantasmas -, onde foi encenada por Robles Monteiros, um dos primeiros directores do teatro, e traduzido por Henrique Galvão.

Elenco: São José Correia, Sofia Correia, Teresa Gafeira, Miguel Martins, Paulo Guerreiro, André Albuquerque, Bernardo Almeida, Celestino Silva, Laura Barbeiro e Marques D'Arede.

História da Peça:
Este espectáculo mostra alguns pontos importantes iguais à vida comum, como por exemplo o regresso a casa, os caçadores e os assombrados. Com esta trilogia, o autor americano pretende demonstrar a dimensão da tragédia grega. A história começa com uma mulher de negro a entrar em palco, Electra, representada por São José Correia, e conta a trágica história da sua vida.


Morreu o actor Virgilio Teixeira

O actor Virgílio Teixeira, que encenou com Amália Rodrigues no espectáculo Fado morreu, ontem no Funchal, aos 93 anos. Um fonte próxima, explicou que este galã do cinema faleceu devido a problemas respiratórios.

Virgílio Teixeira nasceu no Funchal, mas começou a sua carreira no cinema em Portugal continetal. Tendo continuado por Espanha, onde conseguiu uma grande notoriedade. Teve também algumas representações em Hollywood onde participou como Alexandre o Grande e Doutor Jivago. Tendo, também, uma breve participação no teatro.

Em 1948, o filme Fado, história de uma cantadeira, de Perdigão Queiroga, o actor dividiu o ecrã com Amália, tendo protagonizado o papel de guitarrista, por quem a fadista se apaixona.

Teatro Nacional D. Maria II: 186 anos a dar vida ao teatro

Desde 1846 que abriu portas, no dia 13 de Abril, ao Teatro e desde então que nunca mais se separou de histórias que ganharam vida. O Teatro Nacional D. Maria II (TNDM) apresentou na sua inauguração o espectáculo "O Magriço e os Doze de Inglaterra", um original de Jacinto Aguiar de Loureiro.

Contudo a história deste teatro deu inicio dez anos antes da sua inauguração. Depois da revolução do dia 9 de Setembro de 1836, Manuel Passos assume o cargo mais alto do Governo e decide deixar nas mãos de Almeida Garrett, escritor e politico, a responsabilidade de apresentar "um plano para a fundação e organização de um teatro nacional, o qual, sendo uma escola de bom gosto, contribua para a civilização e aperfeiçoamento moral da nação portuguesa".

O local escolhido para a construção do novo Teatro foi os escombros do palácio da Estaús, que era a sede da Inquisição e que em 1836 tinha sofrido um incêndio. A escolha de um arquitecto italiano,Fortunato Lodi, Almeida Garrett só conseguiu dar inicio às obras em 1842 .

Este teatro foi dirigido por várias pessoas ligadas ao teatro, como Amélia Rey Colaço, ou Robles Monteiro. O Teatro, em 1964 sofreu um incêndio, onde as consequências foram terríveis, apenas ficando as paredes exteriores. Mas só em 1878, é que o teatro foi reconstruído e ficando como nós o conhecemos hoje em dia.

Passados muitos anos, em 2007 o Teatro Nacional D. Maria II passou a integrar uma entidade do Estado, recebendo a designação de Entidade Pública Empresarial. Em 2008, o actor e encenador Diogo Infante é o director artístico do TNDM, que permanece actualmente.


Nicolau Breyner: 50 anos de Carreira

Actor, realizador e produtor português, Nicolau Breyner, estreou-se nos palcos do Teatro da Trindade, depois de ter terminado o Conservatório Nacional. O actor já foi premiado em várias categorias para além de actor.

Nicolau Breyner começou a ser uma figura no mundo da representação, quando integrou a primeira Revista à Portuguesa, tendo assim iniciado a sua subida de degraus na sua carreira, tendo também já sido encenador em alguns espectáculos.

Mas não foi só no teatro que Nicolau Breyner deixou as suas pisadas, tendo passado para a televisão e ter sido autor e co-autor na primeira telenovela portuguesa: "Vila Faia". Participou, como actor, em algumas sitcoms como "Aqui não há quem viva" e "Gente fina é outra coisa".

Depois de entrar em sitcoms é a vez das telenovelas, e a primeira é "Fúria de Viver" e um ano depois, entrou em "Vingança", tendo sido a sua última telenovela na SIC, passado para a concorrente TVI, onde ainda se encontra.

O mundo do cinema foi algo que o deslumbrou, onde também deixou a sua marca. Participou como actor em alguns filmes, como "O Milagre segundo Salomé" e "Os imortais". Com estes filmes, Nicolau Breyner ganhou o Globo de Ouro de Melhor Actor de 2004 e 2005.

Florbela Queiroz: 50 anos de Carreira

A actriz portuguesa, Florbela Queiroz, celebra 50 anos de carreira. Entre palcos e televisão, Florbela Queiroz ficou connhecida pelo seu talento e com o papel na sua primeira peça de teatro "As bruxas de Salem", no Teatro Nacional, um espectáculo dirigido por Amélia Rey Colaço e por quem foi convidada para integrar o elenco.

Com 13 anos passou pela Companhia do Teatro Trindade dirigida por rancisco Ribeiro, e com 16 anos frequentou a Companhia do Teatro Alegre, dirigida por Henrique Santana.

O ponto alto da carreira de Florbela Queiroz foi no espectáculo "O Pecado mora ao lado" de Henri Miller, tendo também ganho muitos prémios com esta peça de teatro.

Actriz em todas as áreas: teatro, cinema e televisão. Estreou-se em cinema nos anos 50 com longas-metragens: "O noivo das Caldas", "Let's Discovery Portugal", "Pão, Amor e Totobola", "A canção de Saudade", "Os gatos preto", entre outros.

Para além de representar, também tinha uma voz lindissima permitindo-lhe que podesse fazer 20 participações em Revistas à Portuguesa, entre elas "Bate o pé", "Sol e Dó", "Vamos contar Mentiras". Com estas participações ganhou o prémio da Casa da Imprensa.

Depois de vários anos parada, foi em 1989 que surge numa série televisa:"Pisca pisca". Mais tarde entra na telenovela "Na paz dos anjos", e foi nas telenovelas que também fez muito sucesso, tendo, mais tarde, feito algumas participações especiais em algumas novelas.

Depois de 8 anos no desemprego e de alguns anuncios no jornal à procura de trabalho, Florbela Queiroz volta para os palcos para "encontrar o publico olhos nos olhos" revelou à RTP, no Teatro Maria Vitória, em mais uma Revista à Portuguesa: "Vai de em@il a pior".

Felipe La Feria: 47 anos de Teatro

O seu primeiro espectáculo foi como actor integrado na Companhia Rey-Colaço, que em tempos estava sedeada no Teatro Nacional D. Maria II. A peça foi dirigida por Amélia Rey Colaço e assim abriu portas para o encenador que hoje é elogiado por tantos portugueses.

O gosto pela encenação inicia quando acompanha Victor Gracia, no espectáculo: "As Criadas" de Jean Genet. Aluno e bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, Felipe La Feria parte para Londres com o objectivo de se formar em Encenação.

Depois de Londres regressa e durante 16 anos foi director do Teatro da Casa da Comédia onde produziu, encenou e desenhou cenários e figurinos para 10 peças de teatro, entre elas "A ilha do Oriente" de Mário Claúdio.

Em 1990 produz e encena o seu primeiro espectáculo: “What happened to Madalena Iglésias“ e em 1991 encena e cenografa "Passa por mim no Rossio" no Teatro Nacional D. Maria II. Mais tarde dá o passo para o terceiro espectáculo ensenado por si: "As Fúrias" de Augustina Bessa-Luis. Ainda nesse ano, Felipe la Feria rendeu-se ao estrangeiro e em Bruxelas que dirige o espectáculo inaugural "Europália". É 1992 e em Sevilha que dirige o Dia de Portugal na Expo Sevilha, enqriquecendo mais o seu percurso no mundo do teatro.

Felipe La Feria começa em 1992 a reconstruir o Teatro Politeama onde produz e encena 17 espectáculos, entre eles "Música no Coração" de Howard Lindsay e Russel Crouse e "O Principezinho" de Saint Exupery (todas as traduções e adaptações são feitas pelo encenador).

Anos mais tarde, prepara cenários e texto para o grande e esperado espectáculo musical: "Amália" que estreou no Teatro Politeama, mas andou em palcos estrangeiros, como França e Suiça, alcançando mais de 16 milhões de espectadores. Mas o seu percurso profissional não se ficou apenas pelos palcos dos Teatro fazendo, mesmo, algumas adaptações para televisão, entre eles:“Grande Noite” e “Cabaret” da sua autoria.

Em 2007, três dos seus grandes musicais viajam para o Porto - Teatro Rivoli - "Música no Coração", "Jesus Cristo Super-Star" e "Um violino no Telhado" de Joseph Stein, onde mais uma vez, as salas não param de encher.

Prémios recebidos e Condecorações:
Com uma carreira carregada foi grande o reconhecimento que recebeu de Portugal. Felipe La Feria foi premiado, várias vezes, pela Critica, Casa da Imprensa, S.E.C e por várias revistas como autor, encenador e produtor. Ganhou, em 2000, o prémio de personalidade do ano na área de Teatro, com os Globos de Ouro. O encenador foi, ainda desse ano, condecorado como comendador com a Grande Ordem do Infante D. Henrique, por Sua Excelência O Presidente da República, Dr. Mário Soares.

Em 2006 foi condecorado pelo Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio, com a Ordem de Grão - Cruz da Ordem do Infante e em 2007 recebeu a Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa.

"Fado - história de um povo" no Casino Estoril

O "Fado- história de um povo" tem encantado os portugueses e tem enchido a sala que tem o privilégio de receber grandes nomes do fado. O musical é de Felipe La Féria e está em cena no Casino Estoril, até 31 de Dezembro.

Este é um musical com letras originais escritas por Felipe La Féria, a par das citações de grandes mitos do fado: Paulo Valentim e Artur Guimarães.

O palco do Salão Preto é preenchido por actores, cantores, bailarinos, acrobatas e músicos que dão ao público um verdadeiro espectáculo. "Fado - História de um povo" é uma epopeia de divertimento que empolga o público que está a assistir.

Artistas Envolvidos:
Alexandra, Henrique Feist, Liana, Gonçalo Salgueiro, Paula Sá, Inês Santos, Luís Matos, Elsa Casanova, Luís Caeiro, Flávio Gil e Jorge Silva.


Bilheteira Online e Horário do Espectáculo

"1974" no Teatro D. Maria II

De 4ª a sábado um dos palcos do Teatro D. Maria II está a receber, até ao dia 19 de Dezembro, a peça "1974" encenada por Miguel Seabra.

Este é um espectáculo que fala um pouco da história e da cultura portuguesa, abordando três narrativas: Ditadura, Revolução de Abril e a entrada de Portugal na Comunidade Europeia.

Esta é uma criação de Teatro Meridional e com uma música original de José Mario Branco.

Uma história de construção cénica e artistica de um espectáculo:"Para Além do Tejo" e " Por detrás dos Montes". Este é um espectáculo que alia a linguagem não verbal, com a linguagem musical.

Elenco do Espectáculo:

Carla Galvão, Cláudia Andrade, David Pereira Bastos, Emanuel Arada, Filipe Costa, Inês Lua, Inês Mariana Moitas, Miguel Damião, João Melo, Rui M. Silva e Susana Madeira.

Bilheteira Online

"VAI DE em@il A PIOR!..." no Teatro Maria Vitória

O Teatro Maria Vitória tem em cena mais uma Revista à Portuguesa - Vai de em@il a Pior - uma produção de Hélder Freire Costa e encenação de Francisco Nicholson.

Este é um espectáculo que conta, tal como tantas outras revistas à portuguesa, as criticas à actualidade nacional e internacional. Dançarinos, actores, músicas e principalmente fados fazem a delicia de muito dos espectadores.

Elenco da Revista:
Florbela Queiroz, Paulo Vasco, Carlos Queiroz, Vanessa, Joana Baeta, Cristina Aurélio, David ventura, Raquel Lourenço, João Duarte Costa e Élia Gonçalves.


Horário da Revista





"Absurdos Contempôraneos" no Teatro Trindade

O Teatro da Trindade tem em palco, até dia 24 de Novembro, o espectáculo "Absurdos Contempôraneos", uma peça encenada por Teresa Sobral.

"Absurdos Contemporâneos" nasceu de uma ideia de 9 autores de Língua Portuguesa, sendo que cada um deles escreveu um texto teatral com caracteristicas absurdas, com uma duração de dez minutos cada.

Elenco da Peça:
Carla Bolito, Carlos António, Dora Bernardo, Ivo Alexandre, João Sagosa e Eduardo Raon.

Sinopse:
Uma história povoada de personagens estranhas e com uma história absurda. Conta com a participação de 5 actores e um músico que vão tentar dar algum sentido aos textos escritos pelos 9 autores contemporâneos de Língua Portuguesa.

Horários do Espectáculo e Reserva do Bilhete

"mendes.come - 30 anos de carreira" no Teatro Villaret

Estreou no inicio deste mês o espectáculo dos 30 anos de carreira de Fernando Mendes. O "mendes.come - 30 anos de carreira" está em cena até ao dia 30 de Janeiro, no Teatro Villaret.

Risadas, alegria, carinho e fraternidade é aquilo que se pode esperar do espectáculo. Indo também ao encontro das caracteristicas que Fernando Mendes não deixa fora da sua profissão.

Esta é um peça um pouco ligada à Revista à Portuguesa, dando uma visão de nova 'receita' para o humor: Personagens de dois actores, com bailarinos, musica portuguesa tudo muito bem misturado à maneira do 'chef' Fernando Mendes

Elenco do Espectáculo:
Cristina Areias, António Vaz Mendes e Fernando Mendes.

"Bzzz,Bzzz,Bzzz - A união faz a força" no Teatro Tivoli

"Bzzz, Bzzz, Bzzz - A união faz a força" está em cena, no Teatro Tivoli, todos os sábados até ao dia 27 de Novembro.

Este espéctáculo é um musical infantil que tem como principal objectivo promover a imaginação das crianças, bem como o apelo à música.

O espetáculo é preenchido com imensas cores, e as personagens da peça são animais: abelhas, beija-flores, formigas. O cenário, como não podia deixar de ser, é o habitat dos animais, mostrando às crianças como é que os animais vivem em conjunto e como é que, sobretudo, se trabalha em conjunto.

Elenco:
Carolina Venâncio, Inês Bastos, Filipa Coutinho, Inês Veiga de Macedo, Luciana Ribeiro, Nuno 'Dino' Rodrigues, Fernanda Paulo, José Lobato, Bruno veloso, Lourenço Esteves, Tânia Pais Monteiro, Francisco Rebelo de Andrade, João Ascenso.

Sinopse do Espectáculo:
Durante anos que as abelhas e os beija-flor vivem em contante rivalidade, devido a um desentendimento. Bela, uma abelha jovem rejeita o facto das abelhas não terem outra actividade durante a vida se não trabalhar, trabalhar, trabalhar. Num dia conhece o Bento, um beija-flor que tem uma curiosidade imensa em saborear o mel das abelhas. Estas duas personagens principais vão colocar à parte a rivalidade entre as duas familias, que existe há vários anos, e tentar um entendimento. Do resultado desse entendimento nasce uma linda amizade. Deixando assim uma moral da história para que as crianças possam pensar sobre o tema.

"Um Violino em cima do Telhado" no Teatro Politeama

Felipe La Féria estreou mais um musical no Teatro Politeama - Um Violino em cima do Telhado. O musical estará em cena até ao dia 19 de Dezembro.

Este musical já teve o prazer de satisfazer milhares de pessoas por todo o Mundo, e agora está em Portugal para satisfazer o prazer dos protugueses transmitindo as mensagens universais de amor, traição, fé e tolerância. Este foi um dos maiores espectáculos de Broadway.

Um Violino em cima do Telhado aborda o impacto das mudanças sociais e as politicas na comunidade, dando exemplos das familias mais comuns. O musical passa, assim, uma mensagem forte e ao mesmo tempo que diverte o público com as melodias e um enredo apaixonante.


Elenco do Musical:
José Raposo, Rita Ribeiro, Joel Branco, Helena Rocha, Hugo Rendas, Alexandre Falcão, José Pinto, Sara Lima, Sissi Mastins, Mafalda Tavares, Inês Soares, Ruben Madureira, Bruna Andrade, Rogério Costa, Bruno Galvão, Calros Meireles, Pedro Xavier, Nuno Martins, Mirró Pereira, Ana Ribeiro, Fernanda Rios, Carla Oliveira, Teresa Correia e Ivo Dias.

O que poderá ver:

Em breve "Os Improvaveis" no Teatro Villaret

O Teatro de Villaret receberá nos dias 4,11, 18 e 25 de Junho, a peça de teatro "Os improváveis". Mesmo sendo uma peça de improviso, esta conta com a encenação de Sanne Leijennar.

O grupo dos "Os improvaveis" foi criado em 2008, pela Associação de Teatro Desporto de Lisboa.
Este é um grupo português que apresenta espectáculos totalmente improvisados no momento. Este é composto por actores profissionais.

Os actores da cena:
No total estarão em palco 6 actores. Nem todos os actores pairam na "praça pública", mas não deixam de ser profissionais: João Pinto Dias, Marta Borges, Pedro Borges, Mário Bomba, Telmo Ramalho e João Vilas Boas.

Um pouco sobre o grupo "Os Improvaveis":
Todas as peças improvisadas em palco são de comédia, onde o público poderá descontrair. Todos os desafios de improviso têm como principal objectivo fazer com que os actores tenham a capacidade de resposta no momento. Aqui, é o lado espontâneo que se faz sentir e que se releva. Também ao longo de toda a apresentação o público terá um papel activo, dando sugestões de locais, personagens e também situações para que os actores improvisem no momento. Como é de esperar, os resultados são imprevisiveis e muitas vezes hilariantes!
Uma vez que o que se passa em palco é sugerido pelo público que está a assistir, faz com que o mesmo público possa voltar e assistir a uma actuação completamente diferente da segunda vez.

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"Jardim Suspenso" no Teatro Nacional D. Maria II

"Jardim Suspenso", a peça vencedora na edição 2009 Prémio Luso-Brasileiro de Dramarturgia António José da Silva, está em cena no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, até ao dia 30 do presente mês, encenada por Alfredo Brissos. Esta peça, despois de estar em cena em Lisboa, irá viajar para o Brasil.

O Prémio Luso-Brasileiro de Dramarturgia é o único prémio em que instituições de Portugal e do Brasil atribuem em parceria no dominio das lituraturas e artes.

Esta é uma peça que descreve, segundo o encenador Alfredo Brisso, é muito mais do que o simples texto que os actores reproduzem, tem uma carga emocional pesada e envolve o espectador. Tudo irá estar à volta da protagonista que mostra a sua complexibilidade psicológica.

Elenco do espectáculo:
Luiza, interpretada por Carla Chambel, é a protagonista de todo o drama, em contracena com Simone de Oliveira, interpretando a sua avó. Os restantes actores interpretam personagens secundárias: Cármen Santos, Manuel Coelho, Carlos Oliveira e Luciana Ribeiro.

Muito mais do que aquilo que se vê:
Todo o texto criado por Abel Neves é complexo e mostra o combate dos afectos, por parte da protagonista do drama, Luiza. O essencial do espectáculo é a fidelidade de alguém para o seu grande amor, mas que por vontade da vida não é retribuido. A protagonista mantém a sua fidelidade, mas para combater o seu sofrimento decide fazer algo para ocupar o seu tempo. Para ignorar o amor sentido por Mateus, o homem com quem ela cresceu e por quem está apaixonada, constrói um jardim para a sua família.

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