Rita Blanco, atriz há 28 anos

 Já interpretou mais de 25 personagens
Rita Blanco estreou-se com uma personagem na peça Mariana Espera Casamento. A atriz formada no Conservatório Nacional, com o curso de formação para atores, integrou o elenco do espetáculo Perversões, de David Mamet, interpretando a sua primeira personagem.

Em 1991, Rita Blanco fez parte do elenco da peça Nunca Nada de Ninguém, encenada por Ana Tamet, sendo que com esta personagem a atriz foi premiada com o Prémio Garret para a Melhor Interpretação Feminina. A última peça que integrou foi em 1997, Peter Pan uma encenação de António Pires. 

Depois dos palcos, a atriz estreou-se nos ecrã de cinema. Foi dirigida por João Botelho, em 1994, tendo realizado quatro filmes com o diretor. Mas a sua paixão pela representação prosseguiu, tendo até agora interpretado mais de 25 papeis. 

Depois de várias telenovelas e da série televisiva A Família Mata, que está no ar na SIC, a atriz está a preparar o seu próximo filme de Michael Haneke. Rita Blanco irá contracenar com Jean-Louis Trintignant, Isabelle Huppert e Emmanuelle Riva, grandes nomes no cinema francês. As filmagens estão a decorrer em Paris.

"O Rei - Menino" no Teatro das Beiras

"O Rei-Menino" na Covilhã
A partir do dia 14 de Maio, o Teatro Municipal das Beiras, na Covilhã, tem em cena a peça "O Rei-menino", um espetáculo encenado por Isabel Bilou.

Elenco: Pedro da Silva, Rui Raposo Costa e Sónia Botelho.

Sinopse:  
É uma peça baseada na história do menino pequeno que foi rei, pois ficou órfão bastante cedo e sendo filho único teve que subir ao trono. Sem a devida formação ou estudo, o menino não sabia nada sobre o seu reino. Apenas queria brincar como qualquer outra criança da sua idade, mas a realidade era bastante diferente, ele tinha uma responsabilidade a assumir. 
Toda a peça é o decorrer de peripécias e encruzilhadas.

"O Fidalgo Aprendiz" no Teatro Nacional D. Maria II

"O Fidalgo Aprendiz" no TNDMII
A partir do dia 30 de Março, os palcos do Teatro Nacional D. Maria II (TNDMII) vão ser pisados por mais um espetáculo, encenado por João Pedro Vaz, um peça feita a partir do texto de D. Francisco Manuel Melo.

Esta é uma peça que foi escrita em 1665, tendo sido agora transformada por João Pedro Vaz numa peça com uma história bem portuguesa. No ano que em a peça foi escrita, D. Francisco Manuel de Melo estava preso, nunca lhe faltando a inspiração.

Esta é uma história que conta com a interacção entre público/atores; plateia e palco, tendo assim sido transformada para uma peça-oficina. 

Elenco: Afonso Santos, Carlos Malvarez, Crista Alfaiate, Gonçalo Fonseca, Mónica Tavares, Paula Moura e Valdemar Santos.

Sinopse:
Dançar sem música de fundo, declamar sem poesia e esgrima sem qualquer tipo de espada são algumas instruções que o jovem nobre terá de apreender e aprender para alcançar o seu objectivos, as damas da cidade. É no seio de tanto engano que o nobre irá ser enganado.

Eunice Muñoz uma referência da representação portuguesa

A referência no mundo da representação
Foi nos palcos do Teatro Nacional, em 1941, que Eunice Muñoz interpretou a sua primeira personagem na peça Vendaval, de Vírgina Vitorino.

Ainda antes de terminar o curso de atores no Conservatório, a atriz portuguesa já teria contracenado com Maria de Matos, João Villaret, entre outros nomes, graças a Amélia Rey-Colaço, atriz que rapidamente lhe reconheceu o talento.

Cinco anos depois estreia-se no cinema com o filme Camões, do realizador Leitão de Barros. Com esta interpretação, Eunice foi premiada com o título de melhor atriz cinematográfica do ano.

Em 1950, regressa aos palcos dos teatros portugueses para contracenar com Vasco Santana e Maria de Matos numa comédia - Ninotchka.

Não se ficando pelo mundo da sétima arte ou tão pouco pelo teatro, em 1993 estreia-se na televisão portuguesa com a telenovela A Banqueira do Povo.

Saltando dos palcos para os ecrãs, Eunice Muñoz encontra-se, agora, com uma personagem que poderá ver no Teatro Experimental de Cascais, com a peça O Comboio da Madrugada.

"O Carteiro Paulo" vai chegar aos palcos portugueses

Os desenhos animados O Carteiro Paulo salta dos ecrãs para os palcos dos teatros nacionais, acompanhado com o seu gato Quico e os seus amigos. Este é um espetáculo que irá viajar de Norte a Sul do país, pela primeira vez.

A produção que passa no canal Panda e na RTP2 ir-se-à estrear em Abril, sendo que a história não irá estar muito longe daquilo que os mais jovens estão habituados a ver na televisão: Um carteiro especial que passa de porta em porta para deixar as encomendas, mas que pelo meio terá outras peripécias e encruzilhadas.

Este é um cartoon que pretende incutir valores nos mais novos, como a importância da família, dos amigos, a inter-ajuda, entre outros, à semelhança do que acontece nos ecrãs da televisão portuguesa.

Alexandra Lencastre, da filosofia à representação

» Alexandra Lencastre
Alexandra Lencastre, 45 anos, ingressou no ensino superior no curso de filosofia, mas rapidamente percebeu que a sua verdadeira paixão seria a representação, tendo assim cancelado a sua matricula na Faculdade de Letras de Lisboa e ingressado na Escola Superior de Teatro e Cinema.


Os primeiros passos no mundo da representação foi em cima dos palcos com a peça Pílades, mas foi no mundo da televisão que ganhou mais popularidade. Estreou-se no mundo dos ecrãs com a série Rua Sésamo, tendo a partir daí nunca mais parado.

O mundo do cinema também não lhe ficou de fora e em 2002, com o filme O Delfim, onde fazia par com Rogério Samora, ganhou o Globo de Ouro de melhor atriz de cinema. Em 2003, ganhou o Globo de Ouro de melhor atriz de TV, com a série televisiva Ana e os Sete.

O Cine-Teatro de Alcanena tem novo diretor

» Tiago Guedes
Depois de criar o Festival Materiais Diversos, há dois anos, na freguesia de Minde, Tiago Guedes é, agora, o novo diretor do Cine-Teatro São Pedro, em Alcanena, substituindo Victor Costa. O jovem coreógrafo de 32 anos revela que é um "enorme desafio" assumir este cargo.

Na apresentação do catálogo para 2011, que decorreu hoje em Alcanena, o atual diretor explica que pretende "criar um sítio vivo, convivial, de descoberta e aberto a todos é tarefa árdua, mas muito entusiasmante".

Tiago Guedes irá fazer uma aposta do que se designa "São Pedro Fora de Portas": todos sábados de todos os meses, as peças de teatro irão viajar por outras freguesias de Alcanena. O primeiro espetáculo de dança e que passa pela casa ideal para cada um, «A Casa» já tem local destinado: será na freguesia de Vila Moreira, no dia 2 de Abril.

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