Athol Fugard depois de abandonar a universidade, decide conhecer o mundo e é nesse âmbito que escreve esta peça de teatro, agora traduzida por Rui Pina Coelho e Ana Raquel Fernandes.
Toda a ação decorre na África do Sul, país que o acolheu e começou a trabalhar como funcionário judicial. Nesta função Athol Fugard vive situações sofredoras e é neste sentido que decide criar uma história.
Elenco: Bruno Huca, Cheila Lima e Jorge Silva
Sinopse: Dois jovens negros, Vicky e Freddie, assaltam a casa do seu velho professor Leonel Benson, reformado e de raça branca, para conseguirem obter dinheiro e poderem fugir para uma cidade grande do país, tentando uma vida melhor. Esta ação passasse em 1994, época em que havia uma grande tensão, na África do Sul, entre brancos e negros.
Esta é uma peça que vai tentar ligar a esperança, a violência e a aflição de jovens tendo como exemplo o Vicky e o Freddie.
segunda-feira, março 28, 2011
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By Ana Isabel Silva
Já interpretou mais de 25 personagens
Rita Blanco estreou-se com uma personagem na peça Mariana Espera Casamento. A atriz formada no Conservatório Nacional, com o curso de formação para atores, integrou o elenco do espetáculo Perversões, de David Mamet, interpretando a sua primeira personagem.
Em 1991, Rita Blanco fez parte do elenco da peça Nunca Nada de Ninguém, encenada por Ana Tamet, sendo que com esta personagem a atriz foi premiada com o Prémio Garret para a Melhor Interpretação Feminina. A última peça que integrou foi em 1997, Peter Pan uma encenação de António Pires.
Depois dos palcos, a atriz estreou-se nos ecrã de cinema. Foi dirigida por João Botelho, em 1994, tendo realizado quatro filmes com o diretor. Mas a sua paixão pela representação prosseguiu, tendo até agora interpretado mais de 25 papeis.
Depois de várias telenovelas e da série televisiva A Família Mata, que está no ar na SIC, a atriz está a preparar o seu próximo filme de Michael Haneke. Rita Blanco irá contracenar com Jean-Louis Trintignant, Isabelle Huppert e Emmanuelle Riva, grandes nomes no cinema francês. As filmagens estão a decorrer em Paris.
A partir do dia 14 de Maio, o Teatro Municipal das Beiras, na Covilhã, tem em cena a peça "O Rei-menino", um espetáculo encenado por Isabel Bilou.
Elenco: Pedro da Silva, Rui Raposo Costa e Sónia Botelho.
Sinopse:
É uma peça baseada na história do menino pequeno que foi rei, pois ficou órfão bastante cedo e sendo filho único teve que subir ao trono. Sem a devida formação ou estudo, o menino não sabia nada sobre o seu reino. Apenas queria brincar como qualquer outra criança da sua idade, mas a realidade era bastante diferente, ele tinha uma responsabilidade a assumir.
Toda a peça é o decorrer de peripécias e encruzilhadas.
A partir do dia 30 de Março, os palcos do Teatro Nacional D. Maria II (TNDMII) vão ser pisados por mais um espetáculo, encenado por João Pedro Vaz, um peça feita a partir do texto de D. Francisco Manuel Melo.
Esta é uma peça que foi escrita em 1665, tendo sido agora transformada por João Pedro Vaz numa peça com uma história bem portuguesa. No ano que em a peça foi escrita, D. Francisco Manuel de Melo estava preso, nunca lhe faltando a inspiração.
Esta é uma história que conta com a interacção entre público/atores; plateia e palco, tendo assim sido transformada para uma peça-oficina.
Elenco: Afonso Santos, Carlos Malvarez, Crista Alfaiate, Gonçalo Fonseca, Mónica Tavares, Paula Moura e Valdemar Santos.
Sinopse:
Dançar sem música de fundo, declamar sem poesia e esgrima sem qualquer tipo de espada são algumas instruções que o jovem nobre terá de apreender e aprender para alcançar o seu objectivos, as damas da cidade. É no seio de tanto engano que o nobre irá ser enganado.
segunda-feira, março 07, 2011
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By Ana Isabel Silva
A referência no mundo da representação
Foi nos palcos do Teatro Nacional, em 1941, que Eunice Muñoz interpretou a sua primeira personagem na peça Vendaval, de Vírgina Vitorino.
Ainda antes de terminar o curso de atores no Conservatório, a atriz portuguesa já teria contracenado com Maria de Matos, João Villaret, entre outros nomes, graças a Amélia Rey-Colaço, atriz que rapidamente lhe reconheceu o talento.
Cinco anos depois estreia-se no cinema com o filme Camões, do realizador Leitão de Barros. Com esta interpretação, Eunice foi premiada com o título de melhor atriz cinematográfica do ano.
Em 1950, regressa aos palcos dos teatros portugueses para contracenar com Vasco Santana e Maria de Matos numa comédia - Ninotchka.
Não se ficando pelo mundo da sétima arte ou tão pouco pelo teatro, em 1993 estreia-se na televisão portuguesa com a telenovela A Banqueira do Povo.
Saltando dos palcos para os ecrãs, Eunice Muñoz encontra-se, agora, com uma personagem que poderá ver no Teatro Experimental de Cascais, com a peça O Comboio da Madrugada.
segunda-feira, março 07, 2011
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By Ana Isabel Silva
Os desenhos animados O Carteiro Paulo salta dos ecrãs para os palcos dos teatros nacionais, acompanhado com o seu gato Quico e os seus amigos. Este é um espetáculo que irá viajar de Norte a Sul do país, pela primeira vez.
A produção que passa no canal Panda e na RTP2 ir-se-à estrear em Abril, sendo que a história não irá estar muito longe daquilo que os mais jovens estão habituados a ver na televisão: Um carteiro especial que passa de porta em porta para deixar as encomendas, mas que pelo meio terá outras peripécias e encruzilhadas.
Este é um cartoon que pretende incutir valores nos mais novos, como a importância da família, dos amigos, a inter-ajuda, entre outros, à semelhança do que acontece nos ecrãs da televisão portuguesa.