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"Charlie Chaplin", o ator mais famoso do cinema mudo

» Faria 122 anos
Apesar de o E porque não ir ao Teatro? não publicar artigos sobre cinema, mas sim espetáculos teatrais, não poderia deixar de marcar a data, em que Charlie Chaplin, um dos atores mais famosos do cinema mudo, nasceu. Foi há precisamente 122 anos, em Londres, que Chaplin pisou o mundo, e que mais tarde viria a marcar o mundo do cinema.

Contudo, Chaplin ficou conhecido pela sua versatilidade, isto porque integrou vários papeis durante a sua vida profissional - foi ator, diretor, produtor, humorista, empresário, escritor, comediante, dançarino e músico. Mas foi no cinema mudo que deixou a sua marca, utilizando a mímica em comédia. 

Os filmes mais inesquecíveis são "Tempos Modernos", "O Garoto", "Luzes da Cidade" e "Luzes da Ribalta". Neste último, Chaplin foi diretor, produtor, financiador, roteirista, músico, cinematógrafo, regente de orquestra e ator.


» Charlie Chaplin no filme "Tempos Modernos"

Sofia Arruda, a jovem atriz que se estreou no Teatro de Revista


» Na personagem de Maria Clara



A jovem de 23 anos está de vento em polpa na sua carreira, e depois de várias participações no pequeno ecrã, Sofia Arruda está integra o elenco do teatro de revista à portuguesa - Ora vira € troika o passos. 

Atriz estreou-se há 12 anos, com uma pequena participação numa série televisiva da TVI,  Crianças S.O.S, com o nome  de "Celina". Contudo, essa foi a rampa de lançamento, pois nesse mesmo ano, Sofia Arruda integrou o elenco principal numa telenovela do mesmo canal de televisão - Super Pai -, interpretando o papel de "Carmo Figueiredo". A partir daí foi sempre a subir, e nunca mais abandonou a representação.

Após o fim da telenovela, em 2002, a jovem entra no elenco principal, da primeira temporada da série de Morangos com Açucar, em 2003, com a personagem "Lara Queirós", uma jovem de 15 anos que se apaixona por "Tiago Gomes", um dos quatro irmãos órfãos.

Desde então Sofia Arruda não abandonou os pequenos ecrãs, integrando sempre o elenco principal das telenovelas da estação de Queluz. Atualmente, a atriz faz parte do elenco de Anjo Meu, com a personagem "Maria Clara Sardinha". 

Contudo, desde Novembro que Sofia estreou-se no teatro revista, no Parque Mayer, uma estreia que marca a carreira da atriz que apenas tem marcado presença em telenovelas da TVI.

» Sofia Arruda, como "Carmo Figueiredo" em Super Pai

Luis Aleluia,o eterno "Tonecas"

Luís Aleluia, ator há 41 anos
Luís Aleluia formou-se na Companhia de Teatro de Animação de Setúbal, Grupo de Teatro Amador, tendo mais tarde fixado em Lisboa. 

Foi um ator que foi ganhando a sua popularidade, principalmente depois de interpretar a personagem Menino Tonecas, que passava numa série diária mente na RTP 1 - As lições do Tonecas. Luís Aleluia já foi premiado por diversas vezes, devido à sua profissão de ator. O ator também já foi encenador e produtor de espetáculos. Depois de 'integrar' estes papeis, decidiu, em 1992, criar a empresa Cartaz - Produção de Espectáculos.

Com 10 anos de idade, sobe pela primeira ao palco para uma peça de teatro de âmbito escolar, tendo continuado até aos 16 anos. Um ano depois decide integrar o grupo amador Presença. 

Em 1982, é convidado por Vasco Morgado, empresário, para integrar o elenco da Revista à Portuguesa Há!... Mas são verdes, no Teatro Mayer. Ainda no mesmo ano, o ator integrou o elenco artístico do Teatro Maria Vitória, tendo participado em mais duas revistas - Quem me acaba o resto! e O Bem tramado!. 

A convite do ator Nicolau Brayner, Luís Aleluia participa em diversas peças como a Daqui fala o morto, O deslize de Isabel e O posto, entre outras. Nestas peças de teatro, o ator teve a oportunidade de contracenar com Ruy de Carvalho, José Raposo, António Montez, entre outros. 

Foi um dos actores do elenco de espetáculos encenado e produzido por Filipe La Feria, que eram reproduzidos em programas televisivos da RTP.

Depois do teatro, viaja até à televisão e com algumas participações nas telas cinematográficas, tendo evoluído profissionalmente em séries televisivas. Homens da Segurança foi onde teve a sua primeira participação, como convidado num dos episódios. Também as telenovelas tiveram a oportunidade de contar com a presença de Luís Aleluia: Na paz dos anjos e Filha do mar.

Luís Aleluia está, atualmente, a frequentar o curso de Ciências da Comunicação na Faculdade de Ciências Sociais e Humana de Lisboa. 

Maria João Abreu, entre os palcos e os pequenos ecrãs

Atriz reconhecida dos pequenos ecrãs
Maria João Abreu não é só uma atriz de televisão, é também de teatro. O seu amor pela representação nasceu 1983 no musical de Annie, momento em que se tornou atriz profissional no mundo das 'mil e uma profissões'. Depois desta primeira participação, a atriz integrou várias peças, entre elas teatros de revista no Parque Mayer - Teatro Martia Vitória.

Depois dos palcos do Parque Mayer, Maria João Abreu ruma até à Casa da Comédia onde foi reconhecido o seu talento por Neil Simon. Passa então para  o Teatro Aberto, e começa a trabalhar com João Lourenço e José Carretas. 
Em 1998, juntamente com José Raposo, funda a produtora Toca dos Raposos, tendo protagonizado vários sucessos de revista, como Ó Troilaré, Ó Troilará ou o musical Mulheres ao Poder. Em 2004, a produtora teve a oportunidade de ter empresariado o espetáculo de Garson Kanin, A Mulher do ferro velho, uma encenação de Felipe La Feria, no Teatro Politeama.  

Maria João Abreu contou, ainda, com algumas participações nos grandes ecrãs cinematográficos, tais como o A Falha de João Mário Grilo, António um Rapaz de Jorge Silva Melo, entre outros.

Maria João Abreu foi casada com o conhecido ator José Raposo, do qual teve dois filhos. Apadrinhou, também, um dos casais que participaram no reality-show O Casamento de Sonho. Atualmente, está na série  televisiva diaria A Família Mata, reproduzida na SIC.

Ruy de Carvalho, 69 anos de carreira

 Ator muito reconhecido pelo público português
Os palcos do teatro amador receberam, em 1942 no grupo de Mocidade Portuguesa, o talento de Ruy de Carvalho. Aos 81 anos, o ator ainda se mantém no ativo da profissão. Formou-se no Conservatório Nacional, com o Curso de Teatro/Formação para Atores, tendo terminado em 1959.

A sua primeira personagem profissional foi em 1947, na comédia Rapazes de Hoje no Teatro Nacional. O espetáculo que marcou a sua carreira e onde ficou mais conhecido foi Está lá fora o Inspector, com o personagem "Eric Birling", estreado no Teatro Avenida.

Em 1963 viajou até ao Porto e passou a dirigir o Teatro Experimental da cidade, tendo assumido a única vez o papel de encenador na peça Terra Filme, de Miguel Torga.

Esteve presente no relançamento do Teatro Nacional D. Maria II, em 1977. Trabalhou com o encenador Felipe La Féria em diversos espetáculos, como Passa por Mim no Rossio, em 1992, Maldita Cocaína, em 1994, e Casa do Lago, em 2002.

Ruy de Carvalho não se ficou apenas pelos palcos, tendo também integrado elencos para telenovelas e também fez parte dos ecrãs cinematográficos, com o filme Passaros de Asas Cortadas, Domingo à tarde, A Bicha de Sete Cabeças, entre outras. 

Ruy de Carvalho já foi premiado inúmeras vezes devia ao à sua carreira, destacando-se Prémios de Imprensa para Teatro, Prémios de Imprensa para Cinema e, também, Prémio Luís de Camões da Universidade Lusíada e Medalha de Mérito Cultural.

João de Carvalho, ator desde os 4 anos de idade

37 anos de Carreira
Ator português, João de Carvalho formou-se  em História na Faculdade de Letras de Lisboa, mas descobriu que a sua verdadeira paixão seria seguir as pisadas do pai na representação, Ruy de Carvalho.

João de Carvalho iniciou a sua carreira nos ecrãs televisivos com Noite de Teatro, com apenas 4 anos. Desde então, continuou o seu trabalho passando para os palcos. Foi no Teatro Radiofónico Infantil que deu os primeiros passos teatrais. Mais tarde, integrou a Companhia de Teatro da RTP, onde se tornou ator profissional. 

Anos mais tarde, entrou para o elenco de atores do Teatro Nacional D. Maria II, tendo, a partir daí, assumido várias funções, inclusive Diretor de Cena. Dentro da mesma companhia, João de Carvalho foi ator e encenador, tendo dirigido a peça Um Inimigo Público e Palhaço de Mim Mesmo. Nesta última, contracenou pela primeira vez com o seu pai.

Também integrou elencos de peças infantis, tendo feito parte de Falar Verdade a Mentir, Aprendiz de feiticeiro ou Auto da India. 

Os palcos não foram o único local que o acolheram. Além disso, teve experiências cinematográficos que lhe deixaram um lugar aberto para longas metragens, tendo sido a sua última a Dos Rivales Casi Iguales, em 2007. 

Nos últimos anos dedicou-se aos ecrãs televisivos, tendo integrado o elenco de Malucos do Riso e Não Há Pai, da SIC, e Equador, da TVI, entre outras.

Rita Blanco, atriz há 28 anos

 Já interpretou mais de 25 personagens
Rita Blanco estreou-se com uma personagem na peça Mariana Espera Casamento. A atriz formada no Conservatório Nacional, com o curso de formação para atores, integrou o elenco do espetáculo Perversões, de David Mamet, interpretando a sua primeira personagem.

Em 1991, Rita Blanco fez parte do elenco da peça Nunca Nada de Ninguém, encenada por Ana Tamet, sendo que com esta personagem a atriz foi premiada com o Prémio Garret para a Melhor Interpretação Feminina. A última peça que integrou foi em 1997, Peter Pan uma encenação de António Pires. 

Depois dos palcos, a atriz estreou-se nos ecrã de cinema. Foi dirigida por João Botelho, em 1994, tendo realizado quatro filmes com o diretor. Mas a sua paixão pela representação prosseguiu, tendo até agora interpretado mais de 25 papeis. 

Depois de várias telenovelas e da série televisiva A Família Mata, que está no ar na SIC, a atriz está a preparar o seu próximo filme de Michael Haneke. Rita Blanco irá contracenar com Jean-Louis Trintignant, Isabelle Huppert e Emmanuelle Riva, grandes nomes no cinema francês. As filmagens estão a decorrer em Paris.

Eunice Muñoz uma referência da representação portuguesa

A referência no mundo da representação
Foi nos palcos do Teatro Nacional, em 1941, que Eunice Muñoz interpretou a sua primeira personagem na peça Vendaval, de Vírgina Vitorino.

Ainda antes de terminar o curso de atores no Conservatório, a atriz portuguesa já teria contracenado com Maria de Matos, João Villaret, entre outros nomes, graças a Amélia Rey-Colaço, atriz que rapidamente lhe reconheceu o talento.

Cinco anos depois estreia-se no cinema com o filme Camões, do realizador Leitão de Barros. Com esta interpretação, Eunice foi premiada com o título de melhor atriz cinematográfica do ano.

Em 1950, regressa aos palcos dos teatros portugueses para contracenar com Vasco Santana e Maria de Matos numa comédia - Ninotchka.

Não se ficando pelo mundo da sétima arte ou tão pouco pelo teatro, em 1993 estreia-se na televisão portuguesa com a telenovela A Banqueira do Povo.

Saltando dos palcos para os ecrãs, Eunice Muñoz encontra-se, agora, com uma personagem que poderá ver no Teatro Experimental de Cascais, com a peça O Comboio da Madrugada.

Alexandra Lencastre, da filosofia à representação

» Alexandra Lencastre
Alexandra Lencastre, 45 anos, ingressou no ensino superior no curso de filosofia, mas rapidamente percebeu que a sua verdadeira paixão seria a representação, tendo assim cancelado a sua matricula na Faculdade de Letras de Lisboa e ingressado na Escola Superior de Teatro e Cinema.


Os primeiros passos no mundo da representação foi em cima dos palcos com a peça Pílades, mas foi no mundo da televisão que ganhou mais popularidade. Estreou-se no mundo dos ecrãs com a série Rua Sésamo, tendo a partir daí nunca mais parado.

O mundo do cinema também não lhe ficou de fora e em 2002, com o filme O Delfim, onde fazia par com Rogério Samora, ganhou o Globo de Ouro de melhor atriz de cinema. Em 2003, ganhou o Globo de Ouro de melhor atriz de TV, com a série televisiva Ana e os Sete.

Joana Solnado, do teatro para a televisão

"Alfacinha de gema", Joana Solnado estreou-se no mundo da representação em cima dos palcos com o projecto Confissões de Adolescente e um ano depois em Olha quem está aí, produções de Thiago Justino.

Os palcos tiveram o prazer de a receber em vários espetáculos, como Atrizes em Pijama e Gritos com elas. Tendo ainda tido uma participação numa peça de William Shakespeare, em Raízes e Noite de Enganos.

A actriz estreou-se em televisão com a telenovela Último Beijo, mas foi com a série televisiva Morangos com Açúcar que a sua popularidade aumentou. Desde então o seu trabalho tem vindo a progredir, chegando além fronteiras, como a personagem 'Almerinda' em Como uma Onda - uma produção da Rede Globo.

Actualmente, a jovem está a interpretar o papel de 'Leonor Coutinho' em Sentimentos, na TVI, onde é também uma atriz de exclusivo.

Contudo, a jovem Joana Solnado não se ficou apenas pelas telenovelas e ingressou no mundo do cinema, tendo feito duas curtas-metragens.

Diogo Morgado, de modelo a ator

Com apenas 14 anos, Diogo Morgado inicia a sua carreira no mundo das passarelas. Embora a sua carreira tenha vingado na representação, tanto em telenovelas como em séries. Em 1998 integrou o elenco de Terra Mãe e a sua carreira contínua a crescer, sendo que o seu nome ficou na ribalta após um papel interpretado no telefilme Amo-te Teresa, uma produção da SIC.

Também numa produção da SIC, Diogo Morgado consegue um papel que marca a sua carreira, na telenovela Vingança, com Santiago, personagem com uma história de vida intensa.

Em 2008 pisa território brasileiro para integrar um telenovela brasileira - Revelação -, sendo a sua carta de apresentação para o mundo do cinema.

Depois de vários personagens nacionais, o ator português consegue impressionar o mundo da representação internacional, chegando a Hollywood, em 2010, onde integrar o elenco do filme "Mary, Mother of Chris", em conjunto com Al Pacino e Peter O'Toole.


Teatro Nacional D. Maria II: 186 anos a dar vida ao teatro

Desde 1846 que abriu portas, no dia 13 de Abril, ao Teatro e desde então que nunca mais se separou de histórias que ganharam vida. O Teatro Nacional D. Maria II (TNDM) apresentou na sua inauguração o espectáculo "O Magriço e os Doze de Inglaterra", um original de Jacinto Aguiar de Loureiro.

Contudo a história deste teatro deu inicio dez anos antes da sua inauguração. Depois da revolução do dia 9 de Setembro de 1836, Manuel Passos assume o cargo mais alto do Governo e decide deixar nas mãos de Almeida Garrett, escritor e politico, a responsabilidade de apresentar "um plano para a fundação e organização de um teatro nacional, o qual, sendo uma escola de bom gosto, contribua para a civilização e aperfeiçoamento moral da nação portuguesa".

O local escolhido para a construção do novo Teatro foi os escombros do palácio da Estaús, que era a sede da Inquisição e que em 1836 tinha sofrido um incêndio. A escolha de um arquitecto italiano,Fortunato Lodi, Almeida Garrett só conseguiu dar inicio às obras em 1842 .

Este teatro foi dirigido por várias pessoas ligadas ao teatro, como Amélia Rey Colaço, ou Robles Monteiro. O Teatro, em 1964 sofreu um incêndio, onde as consequências foram terríveis, apenas ficando as paredes exteriores. Mas só em 1878, é que o teatro foi reconstruído e ficando como nós o conhecemos hoje em dia.

Passados muitos anos, em 2007 o Teatro Nacional D. Maria II passou a integrar uma entidade do Estado, recebendo a designação de Entidade Pública Empresarial. Em 2008, o actor e encenador Diogo Infante é o director artístico do TNDM, que permanece actualmente.


Nicolau Breyner: 50 anos de Carreira

Actor, realizador e produtor português, Nicolau Breyner, estreou-se nos palcos do Teatro da Trindade, depois de ter terminado o Conservatório Nacional. O actor já foi premiado em várias categorias para além de actor.

Nicolau Breyner começou a ser uma figura no mundo da representação, quando integrou a primeira Revista à Portuguesa, tendo assim iniciado a sua subida de degraus na sua carreira, tendo também já sido encenador em alguns espectáculos.

Mas não foi só no teatro que Nicolau Breyner deixou as suas pisadas, tendo passado para a televisão e ter sido autor e co-autor na primeira telenovela portuguesa: "Vila Faia". Participou, como actor, em algumas sitcoms como "Aqui não há quem viva" e "Gente fina é outra coisa".

Depois de entrar em sitcoms é a vez das telenovelas, e a primeira é "Fúria de Viver" e um ano depois, entrou em "Vingança", tendo sido a sua última telenovela na SIC, passado para a concorrente TVI, onde ainda se encontra.

O mundo do cinema foi algo que o deslumbrou, onde também deixou a sua marca. Participou como actor em alguns filmes, como "O Milagre segundo Salomé" e "Os imortais". Com estes filmes, Nicolau Breyner ganhou o Globo de Ouro de Melhor Actor de 2004 e 2005.

Florbela Queiroz: 50 anos de Carreira

A actriz portuguesa, Florbela Queiroz, celebra 50 anos de carreira. Entre palcos e televisão, Florbela Queiroz ficou connhecida pelo seu talento e com o papel na sua primeira peça de teatro "As bruxas de Salem", no Teatro Nacional, um espectáculo dirigido por Amélia Rey Colaço e por quem foi convidada para integrar o elenco.

Com 13 anos passou pela Companhia do Teatro Trindade dirigida por rancisco Ribeiro, e com 16 anos frequentou a Companhia do Teatro Alegre, dirigida por Henrique Santana.

O ponto alto da carreira de Florbela Queiroz foi no espectáculo "O Pecado mora ao lado" de Henri Miller, tendo também ganho muitos prémios com esta peça de teatro.

Actriz em todas as áreas: teatro, cinema e televisão. Estreou-se em cinema nos anos 50 com longas-metragens: "O noivo das Caldas", "Let's Discovery Portugal", "Pão, Amor e Totobola", "A canção de Saudade", "Os gatos preto", entre outros.

Para além de representar, também tinha uma voz lindissima permitindo-lhe que podesse fazer 20 participações em Revistas à Portuguesa, entre elas "Bate o pé", "Sol e Dó", "Vamos contar Mentiras". Com estas participações ganhou o prémio da Casa da Imprensa.

Depois de vários anos parada, foi em 1989 que surge numa série televisa:"Pisca pisca". Mais tarde entra na telenovela "Na paz dos anjos", e foi nas telenovelas que também fez muito sucesso, tendo, mais tarde, feito algumas participações especiais em algumas novelas.

Depois de 8 anos no desemprego e de alguns anuncios no jornal à procura de trabalho, Florbela Queiroz volta para os palcos para "encontrar o publico olhos nos olhos" revelou à RTP, no Teatro Maria Vitória, em mais uma Revista à Portuguesa: "Vai de em@il a pior".

Felipe La Feria: 47 anos de Teatro

O seu primeiro espectáculo foi como actor integrado na Companhia Rey-Colaço, que em tempos estava sedeada no Teatro Nacional D. Maria II. A peça foi dirigida por Amélia Rey Colaço e assim abriu portas para o encenador que hoje é elogiado por tantos portugueses.

O gosto pela encenação inicia quando acompanha Victor Gracia, no espectáculo: "As Criadas" de Jean Genet. Aluno e bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, Felipe La Feria parte para Londres com o objectivo de se formar em Encenação.

Depois de Londres regressa e durante 16 anos foi director do Teatro da Casa da Comédia onde produziu, encenou e desenhou cenários e figurinos para 10 peças de teatro, entre elas "A ilha do Oriente" de Mário Claúdio.

Em 1990 produz e encena o seu primeiro espectáculo: “What happened to Madalena Iglésias“ e em 1991 encena e cenografa "Passa por mim no Rossio" no Teatro Nacional D. Maria II. Mais tarde dá o passo para o terceiro espectáculo ensenado por si: "As Fúrias" de Augustina Bessa-Luis. Ainda nesse ano, Felipe la Feria rendeu-se ao estrangeiro e em Bruxelas que dirige o espectáculo inaugural "Europália". É 1992 e em Sevilha que dirige o Dia de Portugal na Expo Sevilha, enqriquecendo mais o seu percurso no mundo do teatro.

Felipe La Feria começa em 1992 a reconstruir o Teatro Politeama onde produz e encena 17 espectáculos, entre eles "Música no Coração" de Howard Lindsay e Russel Crouse e "O Principezinho" de Saint Exupery (todas as traduções e adaptações são feitas pelo encenador).

Anos mais tarde, prepara cenários e texto para o grande e esperado espectáculo musical: "Amália" que estreou no Teatro Politeama, mas andou em palcos estrangeiros, como França e Suiça, alcançando mais de 16 milhões de espectadores. Mas o seu percurso profissional não se ficou apenas pelos palcos dos Teatro fazendo, mesmo, algumas adaptações para televisão, entre eles:“Grande Noite” e “Cabaret” da sua autoria.

Em 2007, três dos seus grandes musicais viajam para o Porto - Teatro Rivoli - "Música no Coração", "Jesus Cristo Super-Star" e "Um violino no Telhado" de Joseph Stein, onde mais uma vez, as salas não param de encher.

Prémios recebidos e Condecorações:
Com uma carreira carregada foi grande o reconhecimento que recebeu de Portugal. Felipe La Feria foi premiado, várias vezes, pela Critica, Casa da Imprensa, S.E.C e por várias revistas como autor, encenador e produtor. Ganhou, em 2000, o prémio de personalidade do ano na área de Teatro, com os Globos de Ouro. O encenador foi, ainda desse ano, condecorado como comendador com a Grande Ordem do Infante D. Henrique, por Sua Excelência O Presidente da República, Dr. Mário Soares.

Em 2006 foi condecorado pelo Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio, com a Ordem de Grão - Cruz da Ordem do Infante e em 2007 recebeu a Medalha de Ouro da Cidade de Lisboa.

    Escrita Teatral

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